Estimando o risco cardiovascular em pacientes HIV positivo
by
Quoretech
February 12, 2021

Pacientes com HIV positivo possuem uma imunodeficiência grave, o que é responsável por deixá-los vulneráveis a infecções variadas, onde, por exemplo, uma simples gripe pode evoluir para algo mais grave, como uma infecção nos pulmões.

Mas não para por aí: diversos estudos ao redor do mundo estão atrelando, além das doenças mais conhecidas, riscos cardiovasculares também para esse grupo, o que preocupa os cardiologistas.

Muito se especula sobre os males que o HIV pode trazer para os pacientes que testam positivo para o vírus. Entenda hoje sobre o risco cardiovascular em nosso post.

O aumento do risco cardiovascular em pacientes HIV positivo

Vários fatores podem provocar o aumento de risco cardiovascular em pacientes HIV positivo, mas antigamente, assim que os estudos começaram, atrelava-se aos problemas cardíacos, como a doença arterial coronariana, por causa do aumento da sobrevida dessas pessoas, ou seja, o envelhecimento natural.

Porém, com o passar dos anos, foram constatadas outras hipóteses que fazem com que essa narrativa mude:

Tratamento com HAART

Além dos fatores citados acima, outro fator está chamando a atenção dos médicos e pesquisadores: o próprio tratamento contra o HIV.

Principalmente, o tratamento com HAART, também conhecido como terapia antirretroviral altamente ativa.

Foi constatado que esse tratamento, a longo prazo, pode aumentar a incidência de hipertensão e anormalidades lipídicas dessa população, que totaliza 38 milhões de pessoas ao redor do mundo.

Inclusive, em países onde o uso de HAART é generalizado, as mortes por doenças cardiovasculares estão se tornando uma preocupação para o governo e os profissionais de saúde, que estão estudando o porquê disso acontecer e como driblar esse problema.

Como estimar o risco cardiovascular em pacientes HIV positivo?

Mais importante do que saber o que traz riscos cardiovasculares para pacientes com HIV positivo, é saber como estimar o risco desses problemas nas pessoas que enfrentam a doença.

Atualmente, existem duas principais calculadoras, que ajudam a estimar o risco vascular: Framingham e a da ASCVD/AHA/ACC.

Mesmo que sejam extremamente úteis para conseguir mapear e trazer uma maior noção  do assunto, essas formas de calcular não são precisas a ponto de saber quem são os pacientes que demandam mais riscos do que outros.

Como trazer mais qualidade de vida para os pacientes HIV positivo? 

De fato, a vida de um paciente com HIV positivo é marcada por uma rotina constante de exames, consultas e acompanhamentos, para saber como está indo o tratamento e se o estado de saúde se mantém estável.

Isso, além de ser exaustivo, pode ser doloroso e incômodo. Por isso, novas formas de exames estão sendo incluídas no mercado mundial.

Entre elas está a solução desenvolvida pela Quoretech, com o dispositivo QuoreOne e uma plataforma de inteligência artificial, que permite fazer exames no coração de forma rápida, extremamente precisa e confortável.

Agora está mais fácil avaliar os riscos cardíacos de portadores de HIV, sem prejudicar a qualidade de vida, já que esse equipamento permite, por meio de um método não invasivo, monitorar o paciente por mais tempo e, assim, melhorar significativamente a qualidade diagnóstica do exame.

Quer saber mais sobre o assunto? Visite nosso site e conheça o pequeno equipamento que está revolucionando os diagnósticos de problemas cardíacos ao redor do mundo.

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